Um grupo de mais de 40 emigrantes guineenses está a deparar-se com dificuldades de sobrevivência na Argélia, na região de Urdjila, depois de um incêndio que atingiu um centro onde residia um número significante de emigrantes, na maioria, oriundos de países africanos.

Alguns guineenses foram evacuados para hospitais locais, mas desconhece-se o seu estado de saúde, devido à situação que dispersou todos do local do incêndio.

Numa entrevista à RSM, Baciro Djau, em representação dos guineenses imigrantes na Argélia, afirma que a evacuação dos guineenses torna-se cada vez mais urgente.

"Estamos em situação difícil, viemos aqui como emigrantes à procura de melhores condições de vida. À partida tudo estava indo bem, mas há alguns meses atrás tivemos um incêndio no centro onde residíamos, juntamente com alguns cidadãos de países como Senegal, Gâmbia e também República de Conacri", disse Baciro Djau.

De acordo com Baciro Djau, alguns países inclusive o Senegal e a Guiné-Conacri já entervieram e entraram com propostas de evacuação dos seus cidadãos e enquanto isso os guineense continuam sem apoio.

"Nós, da Guiné-Bissau, continuamos nas ruas sem dinheiro e alguns sem documentos, perdidos durante o incêndio. Pedimos o apoio e o engajamento das autoridades para regressar a casa", lamentou.

Ainda segundo a mesma fonte, existem "vários cidadãos guineenses, em situação ilegal" que "estão detidos na Líbia e as autoridades pedem uma soma de 25.000 francos cfa para serem libertados. Um dos detidos é o músico guineense "Matcha", denunciou Baciro Djau que acrecentou que "o estado de saúde de Matcha está a piorar devido às dificuldades".

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