Os embaixadores dos diferentes países acreditados no país afirmaram que não há nenhuma razão para derrubar o actual governo uma vez que falta só 20 dias para as eleições presidenciais.

A opinião dos embaixadores foi manifestada esta segunda-feira (4/11) pelo embaixador dos Estados-Unidos de América Tulinado Mussingi após um breve encontro com primeiro-ministro e alguns membros do governo.

“ Não vimos nenhuma razão para mudar o governo uma vez que faltam só 20 dias para as eleições, mas no entanto, daqui até lá, o governo de Aristides vai continuar a trabalhar para o caminho do processo democrático. Hoje, viemos manifestar o apoio dos nossos governos para com o governo de Aristides Gomes porque achamos que está a preparar as eleições e nós vamos continuar a trabalhar com este governo até as eleições presidenciais”, afirmou.

Por outro lado, aconselhou o presidente da Republica cessante e candidato as eleições presidenciais José Mário Vaz a não reunir o conselho de defesa porque segundo ele, o actual governo está a trabalhar, tendo questionado se o governo liderado pelo Aristides Gomes foi convidado a participar?

“ Qual é definição deste conselho, qual é a utilidade de reunir o conselho? Agora o governo está a trabalhar portanto, não há nenhuma razão para começar a confundir o povo”, questionou o diplomata americano.

Entretanto, o primeiro-ministro Aristides Gomes sublinhou que as presidenciais devem ter lugar porque é fundamental virar a página para a estabilidade política.

“ Estamos simplesmente a interpretar a vontade das populações que foram convocadas para as eleições de 24 de Novembro. Pensamos que as eleições devem ter lugar na data marcada porque é fundamental fazer a viragem da página para que possamos voltar a estabilidade política tão necessária e trabalharmos para o desenvolvimento do país”, sublinhou.

A missão da CEDEAO reforçou no domingo que a organização apoia o Governo de Aristides Gomes e voltou a ameaçar impor sanções a quem criar obstáculos à realização das presidenciais em 24 de Novembro.

Hoje, o Conselho de Segurança das Nações Unidas ameaçou com novas sanções a todos aqueles que "minem a estabilidade" da Guiné-Bissau.

Por: Nautaran Marcos Có

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