O Economista, José Nico Djú, afirmou que a medida do governo em encerrar as fronteiras aéreas, marítimas e terrestres não terá a sustentabilidade de mais de 3 meses, se a situação de coronários prevalecer, “porque a Guiné-Bissau é um país meramente consumista”.

José Nico Djú falava numa entrevista à rádio Sol Mansi, esta quinta-feira (19), onde explica que a Guiné-Bissau “é mais consumidor do que produtor” na classe de importação e exportador.

“ Toda as medidas estatais que está a ser desencadeada que reflecte em fechar as fronteiras terrestre, marítima e área a curto prazo, terá a sua consequência económica porque todo o produto consumido no mercado nacional depende de importação” enaltece o economista, afirmando que esta medida pode “ encaixar” nos países com condições de “produção interna” para puder suportar o seu mercado, mas no caso da Guiné-Bissau pode ser uma medida “ bom em termos de prevenção da doença” mas tem a sua consequência económicas, “ onde o país depende de produtos exportados”.

Djú disse que isso pode levar à “inflação dos preços nos mercados” a baixa dos “ rendimentos nacional” como está a acontecer em outros países e que pode levar ainda a “Guiné-Bissau a sofrer mais com esta situação por sua maior parte de expressão depender de exterior” e, isso que dizer que se esta situação continuar, “ com medidas afincadas que o governo está a adoptar em termo de fechar das fronteiras”, vai criar um colapso no mercado nacional, onde os produtos será definidos por preços inflamatório e isso vai “condicionar a vida das famílias e agentes económicos e pode trazer uma situação mais difícil ainda” isso é a curto prazo.

Se a situação continuar ao longo prazo, vai ser uma situação muito dramática que vai afectar também a vida da população não só a nível económico-financeiro mas pode vier a embalar a própria situação de sustentabilidade de vida de população, que pode vier a ter problema não só de saúde, diz.

E a nível estatal José Djú, realçou que este pode começar a ter problemas de “recolha de receitas” a curto prazo, como já tínhamos explica antes que a “maioria das empresas no país” trabalham no sector terciária, dependendo mais de importação e exportação e a Guiné-Bissau sendo país que mais consome do que produzir, a maior parte do fonte de receita estatal depende exactamente de “ economia e finanças” concretamente no caso das alfândegas, comenta.

Para o economista este tipo de medida é mais sustentável em países com certa autonomia que não é o caso da Guiné-Bissau que tem até a sua situação salarial “ em dúvida” neste momento.

Em relação ao sector informal José Nico Djú, esclarece que é o que mais segura a vida familiar e económico dos guineenses e é normal que “ não é fácil o governo tomar uma medida diferença em relação as medidas que está a ser adoptado em outros países, mas devemos fazer a situação igual quando que tratamento é igual, tomar medidas iguais quando a situação é igual e devemos tomar medidas diferente quando a situação é diferente” mas neste caso a situação é diferente. Os países que estão a tomar medidas de fecho de fronteira definitiva são aquelas com sustentabilidade e tem a forma de garantir a sua sustentabilidade interna “ através das suas capacidades de fornecimento de produtos, ou seja, das suas produções”.

Por: Anésia Tavares Gomes

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