Centrais sindicais do país vão paralisar pela segunda vez o sector público guineense com a nova greve geral de três dias prevista para próxima terça-feira 14 do mês em curso.

O anúncio é feito numa conferência de imprensa esta quinta-feira (9 de Maio) pelos dois centrais sindicais, União Nacional dos Trabalhadores da Guiné e a Confederação Geral do Sindicatos Independente durante o balanço da primeira vaga de greve de três dias, iniciada terça-feira passada 7 de maio.

Entretanto, o presidente da comissão negocial destas organizações sindicais, David Mingo, lamenta o silencia do governo nesta primeira vaga de greve.

“ Entregamos o novo pré-aviso de greve há três dias e até então não fomos chamados pelo governo, no entanto, estamos a mostrar as pessoas que, é imperativo resolver os problemas dos trabalhadores porque existe sectores da economia nacional que é produtivo para o governo. Estamos muito chateados com o silêncio do governo e por isso vamos continuar com a nossa paralisação”, garantiu.

Relativamente ao balanço desta primeira vaga de greve geral de três dias, o porta-voz da comissão negocial, José Alves Té, considera de positiva esta primeira vaga que vai encerrar hoje as 00h00, tendo em conta a aderência dos próprios servidores públicos.  

“ Podemos garantir que a percentagem da adesão à greve ficou acima das nossas expectativas no sentido de que os trabalhadores decidiram aderir a greve. Esta adesão vai permitir aos trabalhadores perceber que o exigido pelos dois centrais sindicais é apenas os seus direitos, por isso, têm que aceitar se juntar para defender seu próprio interesse”, considerou o porta-voz da comissão negocial.

O novo caderno reivindicativo dos dois centrais sindicais do país foi entregue esta manhã ao governo com o início prevista na próxima terça-feira 14 e terá a duração de três dias.

Ontem, colectivo dos partidos que constituem a maioria parlamentar para a estabilidade governativa, na voz do líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, apelou os dois centrais sindicais no sentido de suspenderem as suas acções reivindicativas até a existência de um novo governo, porque no seu entender, estas devem analisar com atenção o quadro político vigente no país.

 

Por: Braima Sigá

 

Podcast

podcast

Escute quando quiser as emissões da Rádio Sol Mansi.

 

 

 

Ouvir

Escreva à RSM

email 

Entre em contato com a Rádio Sol Mansi.

Continuar

Ajuda RSM

helpContribua para a manutenção dos nossos equipamentos e a formação da nossa equipa.

Ajuda

Questo sito fa uso di cookie per migliorare l’esperienza di navigazione degli utenti e per raccogliere informazioni sull’utilizzo del sito stesso. Leggi di più