O ato que iniciou, ontem, contou com a presença da vice-presidente do Banco Africano para o Desenvolvimento (BAD) que se encontra no país para se inteirar da real situação do género.

A representante da ONU mulher para a Guiné-Bissau aponta pobreza e favoritismo como fator para a disparidade do género, alertando na necessidade de se ter uma base de dados sobre a situação do género.

“A economia é praticada em mais de 60% pelas mulheres mas elas são as menos beneficiadas. Na escola a mulher é descriminada porque lhe é negada a educação em detrimento dos rapazes. O casamento forçado e precoce continua e tem que ser estudada a estratégia para mudar a tendência. Na saúde elas ainda continuam a morrer para dar luz”, lamenta.

No mesmo encontro a presidente do Instituto da Mulher e Criança disse ainda que espera-se que durante estes 3 dias de trabalho possa sair “ilações e será elaborado um documento de apoio a problemática de equidade do género”.

No encontro participam mulheres de diferentes organizações nacionais e internacionais e de Organizações da Sociedade Civil.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos

Foto: Cortesia da Organização

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