Dia da independência: “ESTE ANO FAREMOS COISAS MÍNIMAS. PARA O PRÓXIMO ANO IREMOS FESTEJAR COM POMPAS E CIRCUNSTÂNCIAS”

O Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, anunciou, hoje (19 de setembro de 2022), que não haverá este ano “grandes” comemorações alusivas à celebração da data de independência da Guiné-Bissau, 24 de setembro.

Umaro Sissoco Embaló fez este anúncio no aeroporto internacional Osvaldo Vieira, antes de partir para Nova Iorque para participar na 77ª sessão da Assembleia - Geral da Organização das Nações Unidas.

Embalo justifica a decisão com a preparação do 50º aniversário da independência da Guiné-Bissau a celebrar no próximo ano de 2022.

“Este ano faremos coisas mínimas e para o próximo ano iremos festejar com pompas e circunstâncias”, prometeu.

Falando do conflito na zona de Suzana, que opõe os populares das tabancas de Elia e Arame, o Chefe de Estado disse que são problemas recorrentes na Guiné-Bissau, mas que as autoridades políticas estão engajadas em encontrar a situação do diferendo.

“Estas questões intercomunitárias são normais e já aconteceu numa aldeia em Nhacra, assim como acontece em leste. O governo, através do ministério da administração territorial está engajado em resolver esta situação”, sustenta.

Em relação a sua participação na 77ª sessão de Assembleia Geral da ONU, Umaro Sissoco Embaló, diz que a Guiné-Bissau enquanto país que detém a presidência rotativa da conferência dos chefes de Estado e dos Governos da CEDEAO e de demais outras organizações, tem na sua agenda a questão do Mali e Guiné Conacri, assim como a dos países menos desenvolvidos.

O presidente Embaló disse que tinha um encontro marcado, no próximo dia 22 do corrente mês, com o presidente da Rússia, mas “a minha agenda não me permite e ele [Putin] está a agilizar a sua agenda e em concordância com a minha vai propor uma data”.

“Devemos discutir sobre esta situação e vamos informá-lo da posição da CEDEAO. E espero que até ao final do mês teremos uma data para que eu possa deslocar à Rússia e depois efetivamos irei deslocar à Ucrânia, para vermos como podem os contribuir para a efetivação da paz”, disse Sissoco Embaló.

“A guerra entre os países não podemos aceitar, porque já é fora de moda”, enfatiza Umaro Sissoco Embaló.

A sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, iniciou no dia 13 do mês em curso, sob o lema “Soluções por meio da solidariedade, sustentabilidade e ciência”. A partir de amanhã, 20 de setembros, e durante uma semana, este evento de alto nível vai contar com a participação de chefes de Estado e de governo de todo o mundo.

 

Por: Braima Sigá

 

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