O ministro do Ambiente e da Biodiversidade da Guiné-Bissau disse, esta segunda-feira (14), que a inundação que se verifica este ano, nos países da África ocidental e na África do leste, deve-se a ocupação desenfreada das zonas húmidas.

Este ano de3 2020, a Guiné-Bissau assim como os países da sub-região têm relatado o fenómeno da inundação.

Instado a comentar o fenómeno, o governante e especialista nas questões climáticas, Viriato Cassamá, defende a criação de uma política séria de ocupação espacial, porque, aso contrário, poderá haver consequências graves com o fenómeno.

“Devemos começar uma política séria de ocupação espacial, porque a Guiné-Bissau já é um país baixo e que fica a menos de 5 metro do nível médio das águas do mar. Com a quantidade da chuva que cai e com a subida do nível médio da água do mar, creio que poderemos ter consequências graves com este fenómeno que temos estado a assistir no país”, adverte.

Segundo o ministro, um outro factor que também está a contribuir na inundação no país, sobretudo em Bissau, é a terraplanagem da ponte de Ensalma que fazia a ligação entre o rio Geba e o rio Mansoa.

“Isso fez com que a produtividade na zona montante decresceu-se e faz com que haja mais inundação na época chuvosa aqui na Guiné-Bissau como estamos a constatar este ano”, explica.

O ministro do Ambiente e da Biodiversidade falando, hoje (14), aos jornalistas sobre o fenómeno da inundação. A entrevista foi à margem da abertura do encontro de acreditação das partes interessadas no Fundo Verde do Clima.

 

Por: Braima Sigá

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