“DECISÃO DO GOVERNO É IMPOPULAR E INFELIZ” - frente comum
A Frente Comum dos Professores - O Sindicato Democrático dos Professores e a Frente Nacional dos Professores e Educadores - considera de infeliz a decisão do Governo em suspender a admissão de novos ingressos nos ministérios da Educação e da Saúde.
A consideração foi registada, esta quinta-feira, durante uma conferência de imprensa, realizada pela Frente Comum dos Professores, que engloba o Sindicato Democrático dos Professores (SINDEPROF) e a Frente Nacional dos Professores e Educadores (FRENAPROF), para se posicionar face á decisão do governo que, através do Conselho de Ministros, ordena a suspensão de novas entradas em duas áreas primordiais sociais (saúde e educação).
Alfredo Biague, porta-voz do grupo, disse que a decisão do governo é fora das normas.
“A maior do problema da sociedade guineense é a saúde e a educação. (…) Esta decisão é impopular e é infeliz, por que não vai trazer nenhuma contribuição boa para o bem da sociedade”, lembra Alfredo Biaguê.
Biaguê, que igualmente é o presidente de Sindicato Democrático dos Professores, questiona o governo sobre as vagas deixadas pelos professores que foram à reforma e os que foram transferidos para outros ministérios.
“Temos a situação de mais de 2 mil professores contratados no ano passado, temos número significativo dos professores que foram à bolsa de estudo para fazer licenciatura ou mestrado, temos números elevados dos professores que morreram, temos 600 professores que foram para reforma”, enumera o sindicalista que questiona o governo sobre o preenchimento destas vagas.
A Frente Comum exorta o governo para agilizar a resolução dos problemas apresentados no caderno reivindicativo, caso contrário, disse o porta-voz, o país vai ser confrontado com ações reivindicativas.
A Frente Comum dos Professores aconselha o governo para repensar a sua decisão de impedir novos ingressos nos ministérios da saúde e da educação.
Refira-se que esta decisão não é bem vista tanto para os alunos assim como para a organização dos pais e encarregados de educação do setor de bula, assim como para os analistas das áreas políticos, sociais, do problemática ensino e sociólogos.
Por: Turé da Silva
Imagem: Internet
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