02
Jun
2016

 

O acto oficial desta data foi realizado na Assembleia Nacional Popular e organizado pelo Parlamento Nacional Infantil (PNI) em colaboração com o movimento república de mininos. O ato coincidiu também com o lançamento da quinzena da criança.

O novo primeiro-ministro, Baciro Djá, em representação de o Presidente da Republica, disse que este é o dia de profundas reflexões que devem partir de base essencial no processo de desenvolvimento humano.

“O núcleo fundamental de uma sociedade é a família e o centro de atenção de todo um processo de desenvolvimento e de qualquer projecto político. O núcleo fundamental desta família é a criança”, afirma o recém-empossado primeiro-ministro.

Para o representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) no país, Abubacar Sultan, perante a real situação guineense a crianças são fontes de inspiração para os adultos.

“A infância não pode ser adiada e sendo a etapa mais vulnerável da vida de um ser humano impõe-se um sentido de urgência na criação de um ambiente verdadeiramente protector para que ela possa sobreviver e desempenhar o seu papel na sociedade”, alerta Sultan que reforça o engajamento do UNICEF para continua a apoiar o estado guineense no alcance dos resultados positivos almejados na vida e no bem-estar das crianças guineenses especialmente as mais carenciadas.

As comemorações do 1º de Junho deste ano decorreram sob o lema: “conflitos e crises em África, protegemos todos os direitos de crianças”. Entretanto, Nela Mantija, presidente do PNI, disse que o lema coincide com a actual realidade guineense, por isso a data que se celebra deve servir de reflexão para os decisores políticos sobre a problemática das crianças na Guiné-Bissau.

Citando o ditado em crioulo (Se os mais velhos em casa não se entendem os filhos sempre são desnutridos), os parlamentares infantis pedem entendimento entre os políticos guineense.

“Se na verdade seremos o futuro façam de conta que a nossa intenção é de ver este país reconciliado e próspero porque ninguém gosta de herdar passivo”, pede.

Ainda sobre a celebração destas datas, varias actividades pedagógicas, recreativas e desportivas foram realizadas nas diferentes escolas públicas e privadas do país e também as organizações que defendem os direitos das crianças oferecem lanches para crianças nos diferentes hospitais do país.

 

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos

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