A comunidade islâmica da Guiné-Bissau decide ordena a redução das horas de reza nas mesquitas e igualmente das palestras. A medida vem na sequência da prevenção da pandemia do coronavírus num momento em que a Guiné-Bissau é considerado um país de risco

Em conferência de imprensa, ontem (17), que visa anunciar decisão para acatar as medidas do governo em relação a aglomeração das pessoas num local, para prevenção da pandemia coronavírus.

A conferência de imprensa juntou as organizações islâmicas do país, nomeadamente, conselho nacional Islâmica, conselho superior para assunto Islâmica, liga Islâmica e juventude Islâmica.

Aladje Infali Coté, presidente da associação da juventude Islâmica para reinscrição social, disse que em caso de perigo todos são admitidos a rezar em casa mas por agora todos os imames devem reduzir a metade minutos da reza.

“Que todas as pessoas que entram em Mesquitas lavem as suas mãos para evitar contaminação”

Para Aladje Infali Coté a comunidade Islâmica, é uma religião que previne e tomam medidas para evitar o alastramento das doenças.

“Deus disse-nos para não colocarmos as nossas vidas em perigo e em caso desta doença devemos ponderar e seguir as orientações desta área”.

A mesma decisão da comunidade islâmica foi tomada no dia em que as autoridades nacionais anunciaram o fecho das fronteiras até a segunda ordem e tem uma medida de proibição de aglomeração das pessoas e que proíbe a venda de comidas já cozidas.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos

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