A Guiné-Bissau acaba de confirmar dois casos de Coronavírus responsável pela pandemia do covid-19. Os dois casos são dos dois estrangeiros que estavam em quarentena desde segunda-feira última. segunda-feira última.

O primeiro-ministro nomeado recentemente, Nuno Gomes Nabiam, manteve encontros de emergência, esta manhã, com Umaro Sissoco Embaló, Presidente declarado vencedor das eleições presidenciais segundo a CNE.

Á saída, numa declaração à imprensa, Nuno Nabiam confirma que os casos são do Indiano e um cidadão da República Democrática do Congo, como tinha anunciada na segunda-feira o director geral da Epidemiologia e Segurança Sanitária.

“Ontem a noite o país confirmou dois casos de coronavírus e o governo e presidência da república estão a diligenciar para fazer face a doença”.

Segundo Nuno Nabiam, os dos casos são das pessoas expatriadas «um caso é da Organização das Nações Unidas e outro caso é de um Indiano».

“Sabemos que a doença alastra rapidamente e por vezes é preciso tomas medidas que por vezes poderão ser impopulares mas é necessário tomar estas medidas para ajudar a população e para que a doença não alastre por todo o território nacional”, adverte.

Nabiam sustenta que os dois estrangeiros confirmados com o Coronavírus estão em quarentena, o Indiano em sua casa e outro paciente está na sede da ONU, recebendo acompanhamento médico.

Apesar desta alerta que preocupa o mundo, Nuno Nabiam confirma que o centro de quarentena ainda não está pronto, embora os trabalhos estão avançados, e possivelmente amanhã (26) deverá chegar, ao país, um avião com materiais para ajudar no combate ao Coronavírus.

Nabiam disse que a comissão interministerial continua a funcionar e as pessoas que tiveram em contacto com os afectados também devem estar em quarentena.

“Não existe nada de alarmante. A situação é complicada mas cada um vai continuar a sua vida normal. Pedimos que todos fiquem em casa porque uma das formas do combate da doença é o isolamento. Quem não tiver necessidade de sair é bom que fique em casa para facilitar que os trabalhos sejam feitos como deve ser”, exorta.

Até ao momento a Guiné-Bissau não conclui o trabalho do centro para a quarentena dos casos confirmados que está a ser preparado no Hospital Nacional Simão Mendes.

Na sequência da prevenção, as fronteiras foram fechadas e os transportes públicos foram obrigados a diminuir o número de lotação, isto é, no mesmo momento que os toca-tocas formam proibidos de circulação.

A partir da próxima sexta-feira serão proibidas circulação dos transportes mistos de Bissau para o interior. Os mercados foram fechados embora continua a verificar-se persistência por parte dos comerciantes. Por agora, polícias foram colocados nas ruas para impedir aglomeração.

No cento da cidade, os mercados e os supermercados estão a ser controlados pelas forças de segurança que também circulam com viaturas.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Braima Sigá

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