O responsável do grupo cultural Netos de Bandim, vencedor do premio pan-Africano 2019 na categoria de advocacia para impacto cultural e comunitário, foi homenageado, hoje, pelo projecto de promoção da economia criativa pelo valor desta conquista para o pais.

A ocasião serviu para Ector Diógenes Cassama (negado) afirmar que a cultura é porta da saída da pobreza.

Ector Diógenes Cassama defendeu ainda que o país está em risco de perder os valores étnicos existentes porque agora o povo guineense está a assumir as culturas de outros países.

“A cultura é porta da saída da pobreza. Estamos a tornar destaque na Africa porque Deus achou que alguns percursos são graças à ajuda do povo da Guiné-Bissau e merecemos isso”  

Para Diógenes Cassamá a cultura guineense só pode avançar com a união de todos os guineenses.

“Este facto só é possível quando apostamos na nossa cultura, mas o que é certo nunca fomos apoiados pelo governo guineense, mas para chegar nesta altura foi graças a Deus e ao Governo da Guiné-Bissau porque para sermos foi graças ao Governo que admitiu a legalização”

Na mesma ocasião, o director da ONG AD disse que a cultura é a identidade de um povo por isso ninguém pode envergonhar com a sua própria cultura.

“Porque é isso que nos identifica e por isso gostamos muito de elogiar Ector Diógenes Cassama pelo seu esforço”

Ector foi terceiro guineense a vencedor este prémio pan-Africano 2019 na categoria de advocacia para impacto cultural e comunitário.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Turé da Silva

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