13
Nov
2019

 Os membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas voltam a manifestar a profunda preocupação com a contínua crise política e institucional e, no entanto, avisam que irão considerar tomar as medidas apropriadas contra aqueles que comprometem a estabilidade nacional

Em comunicado, ontem (12), depois da reunião à porta fechada do Conselho de segurança das Nações Unidas onde a situação na Guiné-Bissau foi analisada.

No final da reunião, a presidência do Conselho, exercida pelo Reino Unido, reafirmou o seu total apoio à legitimidade do governo do primeiro-ministro Aristides Gomes, responsável pela organização das eleições presidenciais em 24 do mês corrente.

Os membros do Conselho de Segurança saudaram o papel da CEDEAO na Guiné-Bissau, incluindo as suas decisões de apoiar o processo eleitoral, fornecendo apoio financeiro de US $ 1,5 milhão, fortalecer sua missão na Guiné-Bissau (ECOMIB) e enviar uma missão de Chefes de Estado e de Governo para Bissau em 16 de novembro de 2019.

“Os membros do Conselho de Segurança congratularam-se com a não interferência das forças de defesa e segurança da Guiné-Bissau e os instaram a manter essa postura durante e depois do processo eleitoral e político”, lê-se no mesmo comunicado à imprensa.

Os membros do Conselho de Segurança encorajaram todos os atores políticos a trabalharem juntos para realizar as eleições presidenciais no dia 24 de novembro de 2019, de acordo com o cronograma estabelecido e saudaram os esforços da CEDEAO e do Grupo dos Cinco na Guiné-Bissau nesse sentido.

Os membros do Conselho de Segurança reiteraram sua profunda preocupação com o grave problema do tráfico de drogas na Guiné-Bissau e com o impacto do mesmo na vida política do país, contribuindo para alimentar o conflito subjacente.

Os membros do Conselho de Segurança foram informados da evolução da situação política no país através da Representante Especial do Secretário-geral e Chefe do Escritório Integrado de Construção da Paz das Nações Unidas na Guiné-Bissau (UNIOGBIS) Rosine Sori-Coulibaly.

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos

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