O comissário da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental para a Educação, Ciência e Cultura defendeu, hoje, a base necessária nas instituições do ensino superior da Guiné-Bissau para que os estudantes possam realizar os seus cursos com a qualidade.

Mamadu Jau defendeu essa ideia, em entrevista aos jornalistas, à margem do encontro de capacitação dos docentes universitários e investigadores da Guiné-Bissau, na temática de metodologia de investigação na área das ciências sociais.

O encontro de dez dias reúne, em Bissau, mais de duas dezenas de docentes e investigadores para debaterem a volta dos assuntos ligados à redação e gestão do projeto de pesquisa com vista à mobilização de recursos para a investigação.

Portanto, Mamadu Jau diz que a Guiné-Bissau está integrada numa comunidade onde ninguém á oportunidades a alguém, por isso, há toda a necessidade de um investimento sério no setor do saber.

Nos dois últimos anos, na Guiné-Bissau sobretudo o sector do ensino foi o mais prejudicado com as sistemáticas paralisação da função pública devido às greves convocadas pela maior central sindical do país (UNTG).

Opiniões dos especialistas e dos próprios estudantes divergem do ponto de vista de validação ou não dos anos letivos dada a insuficiência de dias letivos, mas, mesmo assim, o ano letivo continua a ser validado pelo governo.

 

Por: Braima Sigá

Imagem: Internet

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