O grupo de países afirma estar “cada vez mais preocupado” com a contínua crise política na Guiné-Bissau, que “levou à paralisia institucional e que oferta os serviços sociais e económicos para a população”.

A reação do grupo de países segue-se à declaração dos Estados-membros do Conselho de Segurança que revelaram estar “prontos para tomar medidas para ultrapassar a nova crise.”

A PBC defende que os níveis de instabilidade só podem ser resolvidos com uma “clara demonstração de vontade política, proporcional às aspirações da população em prol da paz e do progresso”.

Perante o que a comissão chama de “contexto de incerteza”, as forças de defesa e segurança são reconhecidas pelo grupo “pela defesa da ordem constitucional e o respeito do Estado de direito, ao distanciar-se da política”.

O papel da Missão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, ECOMIB é destacado no comunicado que pede ajuda dos países com recursos para apoiar a força regional, cujo mandato termina a 30 de Junho.

O apelo ao presidente e aos políticos no país é que “reflictam nas consequências da actual crise política sobre o desenvolvimento económico e social do país e as oportunidades a serem perdidas se o impasse não for resolvido rapidamente”.

A PBC faz lembrar os esforços internacionais para apoiar o processo de reconstrução, que incluem a realização da uma mesa redonda. O evento ocorrido em Bruxelas angariou promessas de  mais de US$ 1,5 milhão para apoiar o desenvolvimento da Guiné-Bissau até 2025.

O comunicado sublinha que é urgente que os membros do governo e  os líderes políticos guineenses ultrapassem as diferenças para o fim do impasse político e para que a crise seja atenuada.

Fonte: Rádio ONU

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