30
Dec
2019

A Célula de Monitorização do Processo Eleitoral da Sociedade Civil recomendou aos actores políticos a adoptarem uma atitude cívica abstendo-se de praticar actos que possam prejudicar a conclusão do processo eleitoral.

A recomendação foi feita esta segunda-feira (30/12) no terceiro e último comunicado final dos três dias de monitorização das eleições de 29 de dezembro

De acordo com Silvina Tavares, presidente da mesa de decisores da célula, até ao momento o processo continua a ser pacífico, credível, justo e aceite por todos.

“ Recomendo a todos os atores a adoptarem uma atitude cívica (respeito pela lei), abstendo-se de praticar actos que possam prejudicar a conclusão do processo e que continue a ser pacífico, credível, justo e aceite por todos; abster-se de qualquer forma de desinformação e de apelo à violência; respeitar o código de conduta e ética eleitoral, assinado pelos candidatos; respeitar o mandato da Comissão Nacional de Eleições (CNE) enquanto único órgão competente para proclamar os resultados eleitorais.

À Comissão Nacional de Eleição (CNE) e ao Gabinete Técnico de Apoio ao Processo Eleitoral (GTAPE) pediu que comuniquem de forma proactiva com os parceiros do processo no que diz respeito aos poderes que lhe são conferidos pela lei; actualizar regularmente os cadernos eleitoral, digitalizá-los e informar os eleitores sobre os locais de votação durante a campanha de educação cívica.

No que refere aos candidatos, a célula recomenda que procedam a sensibilização dos seus apoiantes e militantes no sentido de evitar possíveis actos de violências, “ resolver qualquer diferendo dentro do quadro legal e pacífico, abster-se de proclamar vitória antes de anúncio dos resultados pela autoridade competente. Para as forças de defesa e segurança que mantenham manter uma postura republicana e profissional. Aos órgãos da comunicação social, peço que se abstenham de publicar informação que incita a violência ou que ponha em causa o ambiente de paz e segurança social e adoptar postura de neutralidade nas linhas editorial”.

Os guineenses são chamados ontem domingo as urnas para escolha de um novo chefe de Estado. Na corrida presidencial desta segunda volta está dois antigos primeiros-ministros, Domingos Simões Pereira elegido em 2014 através do PAIGC «no poder» e Umaro Sissoco Embalo, suportado pelo Madem-G15 «líder da oposição».

Por: Braima Sigá

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