Com o objectivo de contribuir no esforço nacional de prevenção e controlo da pandemia e da redução do seu impacto social e económico, a Cáritas Guiné-Bissau lançou esta terça-feira (19) um plano de emergência para desafiar a pandemia do covid-19.

O referido plano de emergência adoptou como objectivos específicos, a prevenção de ocorrência de mais casos, retardar a propagação da pandemia, prevenir a mortalidade, explorar mecanismos de retoma do ensino a vários níveis entre outros.

Na apresentação do plano, o coordenador geral da célula Padre Davis Sciocco anunciou que os trabalhos da sensibilização terão início na próxima semana com a distribuição de mais de 30 mil máscaras.

“ As caritas e a Igreja católica desde do começo já estavam a trabalhar, a primeira coisa foi suspender as celebrações nas igrejas e depois distribuição dos géneros aos mais necessitados, agora o plano que estamos a apresentar é para continuar a sensibilização e retardar a propagação”, disse para depois realçar que “ é fundamental o isolamento, o tratamento das pessoas e também oferecer a possibilidade de uma cura verdadeira. A sensibilização porta a porta será na próxima segunda-feira (25) em todo o país e vão ser distribuídas mais de 30 mil máscaras e cartazes para ajudar a população a perceber a gravidade da situação e as medidas que devem tomar”.

Por outro lado, o coordenador afirmou que a igreja católica está a trabalhar num plano da retoma do ensino mas só nas suas estruturas do ensino.

“ A intervenção da igreja neste caso do ensino é só nas suas estruturas porque não pode intervir nas escolas do estado. A nível do impacto social e luta contra a pobreza, estamos reforçando capacidade das caritas paroquiais para poderem fazer pesquisas e individuar as pessoas mais vulnerais e que estão a sofrer com estado de emergência”, afirmou o sacerdote.

O coordenador da célula sublinhou que enquanto não tiveram tudo que é necessário para a protecção, isolamento e o acompanhamento dos pacientes, os hospitais da igreja católica não vão receber os doentes de coronavírus.

“ No acordo com o estado, a igreja vai oferecer as estruturas sanitárias e o estado vai fornecer tudo que é necessário, porém, enquanto não tivermos tudo que é preciso para a protecção, isolamento, o acompanhamento e cura dos pacientes, esses hospitais não vão receber os doentes de coronavírus para não causar infecções e mortes”, garantiu.

De referir que o plano de resposta ao combate ao covid-19 necessita de cerca de 3,5 milhões de euros.

Por: Nautaran Marcos Có

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