O Bastonário da Ordem dos Advogados considerou esta segunda-feira que as instituições policiais estão a ganhar o terreno e assumir o papel de fazer justiça, nomeadamente as esquadra policiais, o comando da Guarda Nacional e a Polícia Judiciária.

As instituições a justiça guineense estão sem precedentes em que a Polícia Judiciária, a Guarda Nacional e Policia da Ordem Pública estão a fazer a justiça aos cidadãos.

Basílio Sanca falava durante uma conferência de imprensa sobre a situação da justiça na Guiné-Bissau.

Segundo o Bastonário, “quase todas as instituições de justiça estão em pé de guerra em que as instituições policiais estão a ganhar terreno de assumir o papel de fazer a justiça aos cidadãos no país uma situação triste e vergonhosa”.

Sanca fala ainda em arrogância dos juízes que exercem os seus poderes com total desprezo aos direitos dos cidadãos alertado que a situação torna mais perigoso quando o país não consegue construir um sistema político estável.

“ Os juízes estão muito arrogantes e exercem os seus poderes com total desprezo aos direitos dos cidadãos. Quando olharmos para actuação do Ministério Público nos últimos tempos, o factor político tem dominado, o que o torna mais perigoso ainda quando o sistema político não é estável”, afirmou o Bastonário da Ordem dos Advogados.

Para o causídico, “é difícil conseguir a paz enquanto as instituições da justiça não funciona em condição de independência, imparcialidade para oferecer a garantia necessárias às populações uma vez que a corrupção continua a olho nu”.

Entretanto, sublinhou que “não há estado no mundo que consegue atingir a paz se as instituições de justiça não funcionam em condição de independência, de imparcialidade para oferecer a garantia necessárias às populações em que a corrupção se estalou no sistema da justiça desde os tribunais até as esquadras de polícias. Não há mãos a medir a esta situação”, criticou Basílio Sanca.

Básilo Sanca pede à população a denunciarem os males que afecta o sector da justiça sobretudo a detenção por parte da Polícia Judiciária, a Guarda Nacional e a Policia da Ordem Pública sem julgamento por parte do tribunal no caso que o envolve.

Por: Marcelino Iambi

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