24
Mar
2020

  

O Presidente da Associação Nacional dos Agricultores da Guiné-Bissau (ANAG) voltou, hoje (24), a mostrar receio quanto a campanha de comercialização da castanha de Caju do ano de 2020 dada a pandemia de Coronavírus que continua a afectar o mundo.     

O receio tornado público no âmbito do encontro do conselho-geral ao nível da Agência Nacional de Caju (ANCA) para propor o preço da referência ao conselho de ministros.

Jaime Boles Gomes disse que contudo a situação política no país não um bom tempo para a campanha de Caju e agora com alastramento da pandemia do coronavírus é muito mais difícil ainda para comerciantes assim como os agricultores.

“No que toca com caju neste momento é dor da cabeça porque os comerciantes nacionais não têm poder da compra uma vez que dependia do financiamento dos outros empresários como da índia, e, este contexto complicado, a campanha de comercialização da castanha de Caju corre risco de ser negro”, receia o presidente da Associação Nacional dos agricultores.

O presidente da Associação Nacional dos Agricultores exorta ainda aos camponeses para respeitarem boas práticas da castanha de Caju aguardado assim a possível solução da pandemia que assola o mundo.

“O que devemos fazer como produtores agora é de tratar a castanha de Caju como mandam as regras assim como procedendo a secagem para depois armazenando o produto a fim de ter boas condições para a venda posteriormente”, aconselhou Jaime Boles Gomes.

Em relação ao encontro do conselho geral da ANCA que devia acontecer Jaime Gomes disse que desconhece do motivo do adiamento.

“No encontro devíamos discutir as propostas de preço da cada parte ainda analisando outros pontos mais chegamos aqui fomos confrontados com adiamento deste encontro que desconhecemos o motivo”, explicou o presidente da ANAG.

Perante adiamento do encontro, a nossa reportagem apurou que o presidente da Agência Nacional de Caju (ANCA) foi exonerado da função ou seja toda a direcção do conselho da administração uma vez que ANCA está sob tutela do primeiro-ministro.

Numa altura em que se receia da má campanha da comercialização da castanha de caju devido a situação da pandemia do Coronavírus que afecta a humanidade.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Marcelino Iambi

Questo sito fa uso di cookie per migliorare l’esperienza di navigazione degli utenti e per raccogliere informazioni sull’utilizzo del sito stesso. Leggi di più