Alguns Partidos Políticos representados no parlamento e os movimentos do apoio de José Mário Vaz, Presidente da República cessante, e de Carlos Gomes Júnior, antigo primeiro-ministro, realizaram marcha pacífica contra as correcções de omissões no Caderno eleitoral

A marcha começou por volta das 10h30 (da Guiné-Bissau), de hoje (05 de Setembro), do espaço verde do Bairro d´Ajuda ao palácio do governo e deveria culminar com a entrega de uma carta de protesto à ministra da Administração Territorial e Gestão Eleitoral, Maria Odete Semedo.

Uma faixa da estrada via centro de cidade ao aeroporto foi fechada, permitindo a manifestação que igualmente foi acompanha por dezenas de forças de segurança.

Durante a trajectória de quase cinco quilómetros, a RSM constatou que a maioria estava com bandeiras e cartazes do PRS, do MADEM-G15, da APU-PDGB e de Carlos Gomes Júnior e, no entanto, não constatou a presença de cartazes de José Mário Vaz.

Já no palácio do governo, o porta-voz do Partido da Renovação Social, Mário Fambé, pede uma justificação jurídica que permite os trabalhos de correcções de omissões no Caderno eleitoral.

Queba Djaité, do MADEM-G15, disse que o processo de actualização de omissões de caderno eleitoral não está previsto na lei.

Em nome do Movimento de Apoio ao Presidente cessante José Mário Vaz, Atanásio Manessim, pede a comunidade internacional a abster-se de tomar parte durante o processo para não colocar em causa a segurança nacional.

CNE DETERMINA A CONTINUAR COM ACTUALIZAÇÃO

Entretanto, interpelado pela Rádio Sol Mansi (RSM) sobre a realização da marcha de protesto dos partidos políticos o presidente da Comissão Nacional de Eleições disse estar tranquilo com os trabalhos que leva a cabo.

“Queremos garantir os direitos fundamentais dos cidadãos porque todos devem votar. Estamos apenas a fazer o nosso trabalho que está na lei”.

A CNE realizou uma vista às instalações da CRE de Oio, em Mansoa.

Há duas semanas o governo começou os trabalhos para actualização das omissões no caderno eleitoral. As mesas ainda não chegaram em todas as localidades, e a equipa depara com dificuldades porque em algumas localidades vê-se a presença fraca dos eleitores.

 

Por: Elisangila Raisa silva dos Santos / Braima Sigá

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