21
Sep
2017

Os agricultores da região de OIO, norte do país, queixam-se de má condição das bolanhas devido a falta de material para a lavoura e as sementes apropriadas para o cultivo de arroz

As queixas foram ouvidas durante a visita que o presidente da república, José Mário Vaz, efectuou, esta quinta-feira, às bolanhas de Mansoa, de Mansaba, Mambonco e de Bassorá.

Segundo explicações dos populares, no caso das bolanhas de Mansoa, segundo levantamento já feito, quase 85 porcento das bolanhas foram inundadas este ano.

Em Mansaba, Mambonco e Bassorá os populares passam também por dificuldades em termos de produção de arroz que muitas das vezes são estragadas por hipopótamos.

Entretanto, depois das visitas e de ouvir os pedidos dos populares o presidente da república, José Mário Vaz, que diz estar satisfeito com a situação das bolanhas, promete que em breve a actual situação agrícola guineense vai mudar para melhor com as iniciativas já criadas.

“Faremos o possível para colocar alguns meios a vossa disposição para aumentar a vossa produção porque o meu trabalho é governar pelo bem do povo. Este país está a caminho de sair dos seus problemas”, promete.

Já para o ministro da agricultura, Nicolau dos Santos, o governo tem em manga projectos para ajudar os agricultores e brevemente serão distribuídos arroz para ajudar os populares que sofreram com inundação.

“Temos em plano para desassorear os rios para permitir os agricultores fazerem os seus trabalhos como deve ser e temos em manga uma ajuda em arroz que os nossos parceiros deram para ajudar os agricultores que sofreram com a calamidade”, explica.

Presidente da república, na visita às bolanhas de Oio, fez-se acompanhar também do ministro do interior. As visitam enquadram-se na implementação da recentemente criada “fundação Mon na Lama” projecto criado desde o início das suas funções na presidência da república para incentivar o desenvolvimento agrícola no país.

Em relação às recentes acusações proferidas pelo PAIGC contra o presidente da república, os jornalistas não tiveram a oportunidade de fazer perguntas ao presidente da república que prefere falar só da sua visita.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos

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