10
Oct
2016

Terminou, este domingo (09, a conferência dos estudantes guineenses em Portugal. O encontro patrocinado pelo governo guineense, através da embaixada da Guiné-Bissau, em Portugal, decorreu sob o lema “Pensar o ensino superior na diáspora

Durante os dois dias do colóquio, que decorreu em Coimbra, os estudantes guineenses debateram a integração, o incremento de competências, o empreendedorismo, a articulação de posições, bem como a cultura e a ciência e situação dos 46 estudantes de Penacova.

Numa entrevista exclusiva á Rádio Sol Mansi (RSM), Maquilo Jamanca, coordenador da comissão organizadora deste evento, disse que foi elaborado um documento, no final do encontro que depois será entregue às autoridades para estudar estratégias para melhorar a situação dos estudantes guineenses em Portugal e o sector educativo em geral.

“Elaboramos um documento que posteriormente entregaremos a comunicação social e às nossas autoridades, onde estão elencados todos os problemas identificados e as soluções apontadas pelas pessoas que vivem na pele estes problemas”, explica Jamanca que pede a intervenção das autoridades para dar condições condignas para que os estudantes guineenses na Penacova continuem a estudar.

“Às nossas autoridades pedimos mais responsabilidade e que se ultrapasse a situação que se regista neste momento no nosso país porque esta situação que o país vive permanentemente deixa os nossos cidadãos desprotegidos. Porque o Estado como é frágil quase não funciona. Isto é dramático. Que as nossas lideranças tenham em conta as dificuldades enfrentadas pelos estudantes guineenses”.

Entretanto, Bonemia Gomes, presidente da Associação dos Estudantes Guineense no Porto, disse que esta iniciativa deve repetir mais vezes porque traz novas bagagens e permite troca de ideias.

“É uma das coisas mais importantes que podemos ganhar com estas actividades”.

Durante dois dias (sábado e domingo) 80 Estudantes guineenses em Portugal estiveram reunidos num colóquio para discutir os problemas actuais que os académicos guineenses enfrentam na diáspora e estudar estratégias para minimizar estas dificuldades.

No encontro que terminou, este domingo, foi decidido que o próximo colóquio terá lugar em 2018, com lugar ainda por definir.

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos

Imagem: Cortesia da comissão organizadora

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