IGREJA CATÓLICA DA GUINÉ-BISSAU PEDE CALMA ENTRE POPULARES DE ELIA E ARAME

A Igreja Católica da Guiné-Bissau reage com tristeza e lamenta a situação que se vive entre Elia e Arame devido ais tiroteios ouvidos na segunda-feira nesta localidade.

A reação da igreja católica foi tornada pública, esta terça-feira, pelo administrador paroquial da paróquia Nossa Senhora da Luz de Suzana numa entrevista à rádio Sol Mansi sobre tiroteios ouvidos nesta localidade depois de várias mediações entre as partes em conflito.

Padre Victor Pereira apela à paz e calma, por isso pede intervenção urgente do Estado guineense na resolução definitiva do impasse que se verifica entre duas tabancas.

“Não Podemos continuar a ver esta situação por isso apelamos para reinar a paz e calma nesta duas tabancas por isso o estado deve servir de árbitro e de ajudar para reinar a paz nestas comunidades porque o que está acontecer é lamentável devido perda de vida humana e de futuro das crianças em causa”, lastimou o Administrador paroquial.

Elia e Arame são duas tabancas que pertencem à Secção de Suzana situada no noroeste da Guiné-Bissau.

Contudo, várias negociações que já foram realizadas através da igreja católica, a este fato que o administrador Paroquial manifesta a coração entristecido sobre esta situação entre Arame e Elia.

“Quero manifestar a minha coração entristecida sobre esta situação desumano porque não podemos continuar a observar irmão a ver o seu irmão como animal então devemos acabar com o estado naturalista para entramos no sistema do estado de direito civil”, exortou o padre Vítor Pereira.

Padre Vitor Pereira disse ainda que perante os tiroteios não se pode falar da evangelização do povo em conflito.

“Anseio ver a paz na terra de Felupe porque é triste ver o irmão a pegar na arma do estado para matar o seu irmão e agora onde está o estado para pôr cobro a situação neste caso é difícil evangelizar a terra onde existe conflito neste caso tenho a coração amargo devido os acontecimentos”, lamentou o Administrador paroquial. 

As duas tabancas estão em conflito de natureza fundiária desde 2012. A aldeia de Arame reclama a posse de terra de uma zona geográfica onde os populares de Elia plantaram pomares de Caju.

 

Por: Marcelino Iambi

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